Quem usa drogas pode amamentar?

Quem usa drogas pode amamentar ? Essa é a dúvida de muitas mulheres que sonham em ser mãe, mas fazem uso de drogas. O desejo de ser mãe é intenso, forte e arranca suspiros de muitas mulheres.

Porém, o vício em drogas acaba sendo maior que o desejo de ser mãe. Isso porque, se uma mulher quer ser mãe (e para isso precisa amamentar) e não consegue deixar o uso de drogas, o consumo já se tornou dependência química.

Dependência química ocorre quando o sujeito não consegue controlar o uso de uma substância. Como as drogas alteram todo o sistema do corpo humano, já adiantamos a resposta da pergunta quem usa drogas pode amamentar. A resposta é não!

Quem usa drogas infelizmente não é possível amamentar. Não pela ação em si de aleitamento, mas sim, pelos danos que o leite contaminado causa no bebê. Conheça mais sobre esses danos a seguir.

Efeitos da droga no organismo

Quem usa drogas pode amamentar ? Para responder essa pergunta é importante olhar para os efeitos da droga no organismo. Assim, cada mulher terá a oportunidade de avaliar os riscos por si só e assim decidir se vai expor seu bebê ou não. As drogas são substâncias psicoativas. Isto é, são substâncias que afetam o organismo humano, alterando as funções motoras, afetivas e cognitivas mudando seu padrão de funcionamento.

O corpo humano vai apresentar diferentes reações dependendo do tipo da droga. Mas, no geral, para as mulheres que pretendem amamentar alguns efeitos podem ser citados. Os principais são: aumento da pressão arterial e frequência cardíaca, recusa de regras sociais e familiares, falta de sono e apetite, perda da autocrítica e sensação de euforia e confiança. Esses efeitos podem ser prejudiciais para a conscientização da importância da amamentação.

Consequências negativas do uso de drogas

Quem usa drogas pode amamentar ? Você pode responder essa pergunta por si própria após saber as consequências negativas do uso de drogas. As consequências negativas são muitas. Apenas um texto não seria suficiente para descrever todos os efeitos. Porém, para você tirar a sua própria conclusão sobre amamentação por mulheres usuárias de drogas, apresentamos a seguir algumas consequências principais do uso.

O uso de drogas para mulheres que estão amamentando pode levar ao aumento do risco de contrair doenças infecciosas, má nutrição tanto do bebê quanto da mãe, complicações gastrointestinais e eventos cardiovasculares, como: arritmia cardíaca, infarto miocárdico e acidentes vasculares cerebrais. Além disso, a presença da droga no leite materno pode desenvolver no bebê a dependência química, que ativa o sistema de recompensa cerebral gerando na criança o vício em drogas.

Amamentação x uso de drogas

Quem usa drogas pode amamentar ? Se você quiser que seu bebê cresça saudável, definitivamente o uso de drogas precisa ser descartado da sua vida. A relação amamentação x uso de drogas é inexistente no período do aleitamento. A amamentação é um dos processos mais importantes para o bebê. É através dele que a criança é alimentada fisicamente, mentalmente, emocionalmente e socialmente.

Nos primeiros meses de vida, a amamentação significa para o bebê um processo que faz parte dele. Ele ainda não tem a percepção de que o peito é de uma mulher, no caso, a sua mãe. O bebê se vê na mãe, como se ela fosse parte dele e ao longo do processo de amamentação é que ele vai se individualizando. Quando a droga entra nessa relação, todo esse processo de constituição da singularidade do bebê é afetada. Inclusive problemas mentais podem surgir.

Consequências do leite contaminado de droga para o bebê

Quem usa drogas pode amamentar ? A resposta é não para as mãe que objetivam a saúde de seus filhos. Tenha em mente que o leite materno é a única fonte de alimentação para o bebê nos seus primeiros anos de vida. Esse alimento precisa ser neutro, puro e limpo de qualquer infecção. Por isso, é fundamental a mãe cuidar de sua alimentação antes de iniciar o processo do aleitamento.

Quando o leite está contaminado com drogas, muitas consequências negativas podem surgir para o bebê. Ele pode correr o risco de desenvolver doenças mentais, alterações cognitivas como dificuldades na fala, atenção, memória, raciocínio e aprendizagem. Como o bebê ainda está em formação, ele pode desenvolver doenças infecciosas além de uma potencial dependência química da droga que a mãe consumiu.

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