O tratamento de dependência química e alcoolismo é a melhor alternativa para devolver ao dependente a liberdade de tomar suas próprias decisões e conseguir se reintegrar a sociedade de forma mais segura. Sendo fundamental, para aqueles casos extremos relacionados à dependência química a internação compulsória.

Sendo fundamental, para aqueles casos extremos relacionados à dependência química, a pessoa já está muito debilitada em seu estado de saúde física e mental em risco, os pais ou familiares podem entrar na Justiça para obter uma liminar de medida cautelar.

A seguir, vamos conhecer os tipos de internação e como é feita a internação involuntária e a compulsória:

Quais são os tipos de internação vigentes por lei?

A lei que determina os tipos de internação a serem feitos é a Lei 10.216/01, a qual dispõe sobre a proteção dos direitos das pessoas com transtorno mental, em seu art. 6º podemos conhecer os três tipos de internação e suas diferenças que são: a voluntária, involuntária e a compulsória.

A voluntária é aquela realizada com o consentimento do dependente químico, onde ele percebe que precisa de tratamento. A internação involuntária é feita sem o consentimento do usuário, a pedido de terceiro por meio de ação judicial, geralmente é um parente próximo.

Já no caso da compulsória, é um tipo de internação determinada pela Justiça. Ela é bastante semelhante com a internação involuntária, só que é realizada independente do consentimento da família. Pois o dependente químico demonstra risco de morte a si mesmo e é uma ameaça para a sociedade.

Como ocorre a internação compulsória?

Como dito anteriormente, a internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e é advinda na maioria das vezes pela falha dos meios de tratamento de dependência química e alcoolismo alternativos. A mesma deve possuir um laudo médico que prescreva o tipo de terapêutica, é ativa mesmo que inexista um familiar que possa se responsabilizar pelo dependente químico.

Com isso, devemos tratar a internação compulsória como uma exceção, ou seja, o último caso. Pois a prioridade é sempre a opção pelo tratamento voluntário e em meio aberto. Mesmo que haja um laudo que determine a internação, ela deve ocorrer no menor tempo, de acordo com a necessidade.

Não é porque não precise da família para internar que ela não deva ser procurada. Nesse processo a mesma poderá representará a responsabilidade depois do período de internação e participará de todas as etapas do tratamento de dependência química e alcoolismo. Aumentando destas formas a menor incidência de retorno ao uso de entorpecentes depois do tratamento.

O grande problema deste tipo de internação é que por ser sempre uma determinação judicial em todos seus processos, desde a entrada até a alta. A alta do paciente é condicionada por outra ordem judicial, o que poderá gerar demora do pedido da alta efetiva, mesmo quando o dependente já tenha tido uma alta médica.

Quem pode solicitar a internação em uma clínica de recuperação?

Na maior parte dos casos, internar involuntariamente ou compulsoriamente o dependente em uma clínica de recuperação é de extrema necessidade, visto que apenas conversas não costumam ser o suficiente para alguém que quer se libertar fazendo o tratamento de dependência química e alcoolismo.

Em casos graves de dependência química a necessidade da internação involuntária e compulsória na clínica de recuperação, representa uma das melhores saídas para ajudar o indivíduo a se recuperar do uso das drogas e reintegrar-se à sociedade novamente, oportunizando uma nova chance de viver bem consigo e com os outros ao seu redor. A medida objetiva que o usuário não cause prejuízos a outras pessoas e a si mesmo.

Podendo ser feito o internamento numa clínica de recuperação que possua infraestrutura e profissionais treinados para atender a demanda. Por mais difícil que pareça ser, a internação deve ser vista como um ato de amor e apreço pela vida,

Considerações finais

A equipe médica responsável pela clínica de recuperação pode encaminhar o pedido para o Ministério Público, que tem como missão juntar provas sobre as falhas do tratamento de dependência química e alcoolismo, em ambulatório e justificar essa medida.

A clínica de recuperação “Grupo Salvando Vidas – Clínicas de Recuperação de Drogados e Alcoólatras” proporciona profissionais para realizar os melhores Projetos terapêuticos singulares, demonstrando qualidade e apreço pela vida desde 16 anos no mercado.

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