A forma de internação involuntária normalmente é adotada quando o dependente químico não tem condições de tomar decisão com relação ao seu problema de saúde. No entanto, ainda existem diversas dúvidas que permeiam esse tipo de decisão, sobretudo devido ao fato de que é a família e/ou responsáveis que devem tomar essa decisão.

Ao longo do post serão esclarecidas diversas dúvidas sobre esse tema, com o intuito de ajudar as famílias na hora de decidir sobre qual é o melhor tratamento de dependência química e alcoolismo para o paciente. Confira:

O que é internação involuntária?

Você já deve ter ouvido falar em internação involuntária, pois é um tema bastante polêmico tratado há décadas, pois alguns, infelizmente, associam a um método feito de forma forçada. Mas afinal, você conhece de que forma é praticada? Quais as formas legais? Ao longo deste texto, falaremos um pouco desse tipo de internação que poderá fazer o tratamento de dependência química e alcoolismo.

A modalidade conhecida como internação involuntária tem seus métodos legalizados, ela também pode ser chamada de internação assistida, a mesma objetiva o tratamento de dependência química e alcoolismo por meio de uma autorização da justiça, deliberando o melhor tratamento.

As drogas usadas em longo prazo pode fazer com que a capacidade psíquica seja atingida, devido ao abuso de entorpecentes, o dependente químico já não consegue se controlar. Não existe mais discernimento do certo e do errado, a doença então toma conta do corpo e da mente do paciente.

Quais os meios legais que cercam a internação involuntária?

Quando um dependente químico não quer se internar de forma voluntária, a família poderá recorrer à internação involuntária ou à internação compulsória. São dois tipos distintos de internação que dão chances de tratamento ao usuário de drogas. É previsto na Lei 10.216/2001 a definição as três modalidades de internação psiquiátrica.

A internação voluntária consiste naquela em que o próprio usuário tem consentimento de que precisa de tratamento. Já na internação involuntária, não há consentimento do usuário e é feito por pedido de terceiros, sendo estes seus familiares, no geral; já a internação compulsória é aquela determinada pela Justiça.

A lei determina que na internação involuntária, os responsáveis pelo estabelecimento de saúde (clínica de recuperação) tenha um prazo de 72 horas para repassar a informação ao Ministério Público do estado sobre a internação do paciente e os motivos verídicos. O objetivo é evitar a possibilidade de esse tipo de internação seja utilizado para cárcere privado de alguma pessoa.

O primeiro passo a ser tomado para que haja a internação é o resgate do dependente químico através de uma equipe de resgate experiente, a condução de forma responsável e humana do dependente até o local do tratamento de dependência química e alcoolismo. O familiar que tomou esta decisão de internamento geralmente já tentou de todas as formas persuasão para o dependente pudesse buscar ajuda e sabe que não obteve sucesso.

Como consiste o tratamento involuntário?

Ressaltamos aqui que se um tratamento não for realizado de forma correta é consideravelmente pior do que não realizar qualquer tratamento. Portanto, tratar de qualquer pessoa que recuse o tratamento é quase impossível, ainda mais quando nos referimos a dependência químico e alcoólica.

O vício numa pessoa está presente na forma física, psicológica e até espiritual, e sem que a conscientização do dependente de seu estado atual, não há como um tratamento conquistar o sucesso esperado e desejado. Por isso é importante que a clínica de recuperação responsável pela internação tenha uma equipe multidisciplinar em prol de obter o melhor tratamento possível.

O Grupo Salvando Vidas – Clínicas de Recuperação de Drogados e Alcoólatras possui uma infraestrutura e profissionais de excelente nível compondo a sua equipe, tem 16 anos de mercado trabalhando em busca do melhor atender e ajudar os dependentes químicos e familiares ao sucesso com a saída do mundo das drogas.

 

Considerações finais

É comum que no ato do resgate o dependente químico tenha diversas reações, desde ataques de fúria e até choro angustiado, por isso é importante ter profissionais experientes que saibam lidar com cada tipo reacional, mas, o que nunca deve acontecer é que o familiar responsável não se entregue aos apelos e desista da internação involuntária.

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