Vício em Crack

Vício em Crack : A luta da reabilitação

O vício por drogas pode ser traduzido como um desejo insaciável e irracional que o ser humano pode possuir para consumir os entorpecentes. Colocando muitas vezes a sua própria vida em risco para alcançar seus objetivos. O crack em si, é conhecido por ter efeitos devastadores em quem o consome.

A seguir, você conhecerá mais sobre esta droga e como ocorre os processos do tratamento dependência química e alcoolismo:

 

Mas o que é o crack?

Esta droga é resultante de uma mistura de cocaína com substâncias alcalinas (que possuem PH alto), como o bicarbonato de sódio. Por ser uma substância de PH básico ela pode ser fumada, e após o seu aquecimento ativa as substâncias psicoativas. O crack possui efeitos mais agressivos que a cocaína e é bem mais barato.

Ele provoca déficit cognitivo, diminuindo a capacidade do discernimento de quem a consome. É uma droga poderosa, capaz de mudar o comportamento do indivíduo deixando-o pouco disponível para o tratamento de crack. Ademais, apesenta alta taxa de mortalidade, especialmente durante os primeiros anos de consumo.

É comum ouvirmos falar que o crack é a porta de saída das drogas, pois é vista como o ápice do vício por entorpecentes. Infelizmente, apesar de todos os efeitos horríveis, a sua venda e consumo é ainda bastante presente e é motivo de preocupação e é visto como um problema de saúde pública.

Períodos da reabilitação

Um dos primeiros passos do tratamento de dependência química é a desintoxicação. O problema da desintoxicação é os efeitos que a abstinência pode provocar. Quem passa pela síndrome da abstinência precisa de foco e cuidados específicos, pois é bem delicado. Esta fase que começa após oito horas depois que a pessoa deixa de usar a droga.

Em casos mais leves é possível que o paciente possa fazer a desintoxicação em ambulatório ou até mesmo em sua casa em repouso, mas nos casos graves é preciso a internação do mesmo. A abstinência pode provocar sintomas e até provocar crise de hipertensão ou um acidente vascular cerebral (AVC). Por isso é importante ter uma equipe de especialistas por perto.

O segundo passo do tratamento é a prevenção para que o paciente não tenha recaídas novamente, podendo esta fase durar de seis a oito meses. O viciado aprende a ficar sem o crack, e o tratamento é voltado para sua estabilização. O cérebro tem como função começar a desabituar-se da droga, ocorrendo gradativamente à possibilidade do retorno do paciente às suas atividades diárias, mas o mesmo ainda precisa ser bastante monitorado.

A terceira fase a ser praticada é a da manutenção, que tem em média a durabilidade de pelo menos seis meses. O usuário não precisa mais estar confinado em alguma clínica de recuperação, ela terá como objetivo dar a continuidade ao tratamento, mantendo as idas para ao médico psiquiátrico quinzenal ou mensalmente, dependendo do caso é claro. Mas há consenso de que recaídas fazem parte do processo, por isso é importante à presença da família.

Internamento

É comumente a recusa pela procura de tratamento dependência química e alcoolismo, geralmente o usuário irá acreditar que não precisa ou que isso seja uma demonstração de fraqueza ou incapacidade. O uso da droga realmente provoca riscos ao organismo de quem a consome, alterando algumas funções com seus efeitos, por isso o seu uso é tão prejudicial.

A internação involuntária é presente em lei e serve para a família que sofre com seu ente querido em casa possa interná-lo para que o mesmo siga com o tratamento dependência química e alcoolismo dentro de uma clínica de recuperação, através de uma procuração cedida por ordem judicial após laudo médico demonstrando a necessidade.

Nossa clínica tem 16 anos no mercado e objetivamos o tratamento para o abandono das drogas, assim como também a reinserção do paciente na sociedade, fazendo que ele pratique seu direito a cidadania ao lado de sua família, tornando-o consciente e responsabilizando-o pela manutenção constante da sua recuperação.

Considerações finais

O crack é uma droga barata, mas com efeito devastador… porém, nem tudo é o fim! Com um tratamento adequado, provido por profissionais especializados o dependente químico poderá ajudar-se a se livrar deste vício mortífero.

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